23 novembro, 2014

Meu Laiaraiá Martinho da Vila - "OS LPs Que Minha Mãe Ouvia e Eu Ouvia de Tabela"

Eu acho que era em meados de 1981, 82 eu tinha uns 5 pra 6 anos.. lembro de minha mãe colocando o disco para rodar na vitrola e eu viajava com a capa no colo olhando por minutos infindáveis, eu não tinha definição nem conhecia a palavra, mas com certeza a achava psicodélica. Minha mãe tinha um gosto musical incrível, que ia desde tangos e boleros a Martinho da Vila e Jovem Guarda, eu poderia fazer um post todo mês só com "OS LPs Que Minha Mãe Ouvia e Eu Ouvia de Tabela"  Iria render assunto para mais de um ano rsrs
Ahh quanto ao disco? Muito bom de ouvir o álbum todo com melodias harmoniosas.. e ainda nesse link se prestar atenção o áudio da até para ouvir o pipocar da agulha no vinil.. ^^



para ouvir o ábum completo: http://som13.com.br/martinho-da-vila/albums/meu-laiaraia

11 outubro, 2014

"Verdade Uma Ilusão Tour"


Só vim aqui pra postar essa performance da Marisa Monte que faz parte do DVD “Verdade Uma Ilusão Tour 2012/2013” que ficou perfeito.
Canta muito essa mulher, meu Deus.
Eu já percebi que independente do gosto musical de cada um Marisa Monte é unanimidade entre os gêneros, não tem como não gostar.
Milianos Marisa e a cada dia ela fica melhor! Que demais! Alguém me dá esse DVD de presente rsrs :P


"Só não se perca ao entrar...





*mais no canal do Youtube MarisaMonteVEVO

*Para ouvir o álbum inteiro pelo Deezer d~.~b

06 agosto, 2014

As Aventuras de tuPIniquim

Este caso do garoto de 11 anos que teve o braço mutilado pelo tigre Hu em um zoológico na cidade de Cascavel, me fez lembrar do filme As Aventuras de Pi, tudo bem vai, viagem minha, mas, uma vez, vi em um telejornal a noticia de uma criança de 5 anos que saltou da janela do 2° andar depois de um sonho que teve com o Superman.
Quem poderá dizer que o menino de Cascavel não assistiu demais o filme Aventuras de Pi?
O filme em si tem uma dualidade de interpretações; a razão e a fé. Da mesma forma que o caso do garoto brasileiro também tem várias interpretações, tal qual o filme, depende de cada telespectador. 
A criança que sonhou com o Superman tinha tanta confiança no seu herói que se jogou da janela, achando que podia voar. Talvez o menino confiasse tanto no seu pai herói, que botava tranquilamente a mão na jaula, pois como sabemos o pai incentivava o menino a fazer isto. (segundo testemunhas). O menino então 'atazanou' as idéias do felino tentando um contato e sem noção acreditava que aquele animal selvagem seria seu amigo, só que não. Pobre Hu, condenado a prisão perpétua numa jaula de alguns mínimos metros quadrados, tentando diariamente controlar sua sanidade se via perdido. Estariam os dois no mesmo barco? Bom, o ser humano frio diz "bem feito pra ele, mereceu" com tamanha naturalidade como se ele tivesse apenas perdido uma unha em vez de um braço inteiro. Temos realmente a total certeza que amar os animais humaniza o ser? Eu que tanto amo os animais já cheguei a dizer "odeio o ser humano" mas não a ponto de dar infinidade a minha ignorância.
É muito fácil chamar o garoto de retardado, idiota, burro no mesmo nível que é muita ignorância colocar a culpa no tigre e querer o sacrifício do animal. Porém mais fácil que tudo isso é tentar entender o que esse garoto realmente queria, talvez ele só queria ter uma amigo, mas que péssima escolha para fazer amigos ein, ninguém teve a sanidade de dizer pra ele que a vida não é um filme?
Acredito que nessa história existem três vítimas... o garoto, o tigre e o menino que sonhou com o Superman, são apenas vítimas de um sistema doente.
Só espero que esse garoto seja muito bem orientado psicologicamente para ele não ter raiva do Tigre, que ele entenda que se o Tigre tivesse escolha, ao invés de morde-lo, fugiria para dentro da selva sem olhar pra trás. 

"Você tem o relato das duas histórias. Ambas sem comprovação alguma, apenas a minha palavra que foi assim que aconteceu. Qual das duas você escolhe?" Aventuras de Pi

19 junho, 2014

Sepideh - Reaching for the Stars

Sepideh, um premiado filme produzido por Stefan Frost & Henrik Underbjerg, Radiator Film conta a história de uma garota Iraniana,
que não pensa em desistir de ser uma astronauta. Ela passa suas noites explorando os segredos do universo, batendo de frente com os padrões da família e sociedade que faz de tudo para mantê-la no chão. 'As expectativas de uma jovem Iraniana são muito diferentes das ambições de Sepideh.'
Se você jogou no Google e sem querer chegou neste link, ama observar as estrelas ou nem tanto, assista mesmo assim, ele tem algo a dizer a você.

    

saiba mais: https://www.facebook.com/sepidehfilm

29 março, 2014

Lâmpada Flutuante

"Flutuando em tão grande profundidade, afastado do meu querido barquinho, pareceu impossível ter chegado até ali, naquela minúscula casquinha que balançava solitária, desabitada em pleno oceano. Senti um profundo arrepio e subi imediatamente a bordo."
Era a Lâmpada Flutuante, um barco pequeno a remos, que partiu da África com destino ao Brasil.
Falar em coragem apenas, seria desmerecer toda uma preparação e experiência com navegação que  Amyr Klink carregava a bordo.
Uma viagem dessa realmente o cara tem que saber muito bem o que está fazendo, sua segurança, de que tudo daria certo é uma característica marcante no livro.
A maneira como ele conta os detalhes da viagem, me faz imaginar a sensação da imensidão ao seu redor, a profundidade aos seus pés, o silêncio em noites tranquilas...
Gosto da parte que relata seu contato com os tubarões, baleias, peixes voadores, aves migratórias e os inúmeros dourados que lhe faziam companhia e já conheciam a distancia da remada, assim esquivando-se dos remos acompanhavam o barco por dias e noites seguidos.
Fico imaginando, ele lá no breu da noite, no meio da imensidão do oceano atlântico, o espetáculo de um céu estrelado que ele possa ter admirado. Não sei mas acredito que não deva ter lugar mais incrível para se fazer isso. Sem luzes para ofuscar o brilho, sem ruídos para desviar o pensamento, deve ser realmente um céu digno de uma Lacrimosa.









22 fevereiro, 2014

Rei Davi o Pitbull vencedor

Rei Davi é reconhecido como maior rei de Israel, em hebraico seu nome significa "querido" ou "amado". Descobri que existe um Rei Davi de quatro patas. Rei Davi o Pitbull, tem uma história de vitória, apesar de ser mais um número meio a milhares de casos de abandonos, maus tratos, dor, sofrimentos, bestialidades humanas. Logo cedo o nosso rei Davi canino, já manteve contato com a maldade humana, seu sangue nobre não lhe rendeu muita sorte, criado para lutar em rinhas, perdeu uma luta na qual saiu bem machucado, seu tutor ou melhor algoz ao ver o animal perder uma luta e dela sair muito ferido, resolveu simplesmente descartá-lo num terreno baldio em Foz do Iguaçú.
Largado ao acaso, a estrela de Davi coloca o herói e protetor Wilson Martins Coutinho em seu caminho, bom acho que as fotos contam melhor a sua história do que eu...





























Esse caso faz repensar esse estigma de Pitbull ser um cão violento, a violência está em quem cria o animal, porém mesmo criado para ser violento, ainda assim esse rei Davi foi um nobre e verdadeiro vencedor.
Inclusive clicando nos links disponíveis entrarão em um mundo de vários casos de maus tratos com finais felizes graças ao protetor Wilson, caramba imagine quantas latidas e lambidas de agradecimento esse protetor Wilson já recebeu! 
Parabéns Senhor Wilson!!!



27 janeiro, 2014

Eu assistia o Clip Trip!

Aos que sentiram-se órfãos da Mtv por ela ter dado "adios" ao canal aberto eu entendo... meus sentimentos.
Eu e um bando de velhacos também ficamos órfãos a muito tempo atrás de um programa que salvou a geração dos anos 80 e 90.
Lembro que em 89 eu estudava das 7 ás 11 (o programa era todo dia ás 18 horas, eu assistia a reprise, porque de noite minha mãe assistia novela) chegava da escola e rapidinho ligava a Tv, colocava no Clip Trip, era um vício eu adorava os clips, sem falar na abertura que era uma atração a parte, era muito legal, era a ligação da gente com o mundo da música, um mundo que era restrito ao radio e as poucas revistas do gênero, não existia Mtv br, muito menos Internet. Mas não estávamos nem aí, nós queríamos mesmo era uma calça semi bag e um sapato trator, ouvir rock, house e poperô kkkkkkkkk
Quando penso no Clip-Trip já imagino a voz do Beto Rivera, ele certamente fez esse programa fazer a diferença na Tv, ele era como um Serginho Groisman da Tv Gazeta, com aquela voz de locutor e um jeito despojado, sem frescuras, entrevistou muita banda legal, salvava nossas almas diariamente e mostrava a cara daquelas bandas gringas que tocavam nas rádios... como esquecer um programa que fez eu ver pela primeira vez um clip do Pearl Jam? Guns-n-Roses, Axl com sua dancinha sexy, Faith No More, foi lá que conheci Skid Row, Alice in Chains, Soul Azylum, como o programa era um tipo de parada de sucessos, os mais pedidos pela galera, era uma mistureba de rock com New Kids on The Block, Simple Red, Marky Mark, mas estava valendo, tudo era bom de ver, porém o que mais fazia meus olhos brilhar e sentir um barato legal quando ouvia e via era o rock, daíacredito que a minha preferencia musical estava nascendo, graças ao Clip Trip, o fato do programa mostrar a cara dos músicos, das bandas, a forma de se vestirem, seus comportamentos, acabava sendo uma influencia, era o começo de um contato com o mundo do rock. Acho que por isso marcou muita gente que assistia, dá para perceber isso quando leio os comentários no Youtube nos vídeos relacionados ao programa.
Me lembro, muitas vezes saíamos da escola e já na casa de alguma amiguinha arrastávamos o sofá da sala para dançar Madonna no clip Like a Prayer , detalhe isso era em 89 a gente tinha 13 anos, éramos umas caipiras de Guarulhos e aquele clip era uma verdadeira revolução mental, Madonna era Diva!
Pois é...
Daí, quando acabava o Clip Trip eu colocava rapidinho no Show da Xuxa pra dar tempo ainda de assistir o He-man!





18 janeiro, 2014

Beauty de Rino Stefano Tagliafierro

Se você for uma pessoa assim como eu que viaja grandão nas coisas, então as pinturas penduradas nas paredes do Museu do Ipiranga ou na Pinacoteca do Estado é um prato cheio. Imagine então se elas tivessem movimento, bom, daí a viagem seria bem maior não é?
 Quando me deparei com aqueles retratos, pinturas tão perfeitas, tão reais, cheguei a imaginar os personagens se movimentando, vivendo sua época, cada qual a sua situação.
 Beauty projeto de Rino Stefano Tagliafierro dá movimento a muitas obras famosas em animações digitais. 

16 janeiro, 2014

Underwater de Erena Shimoda

Sou suspeita quando o assunto é fotografia debaixo d'água, vários fotógrafos fazem esse trabalho e normalmente o resultado é perfeito em qualidade.
O ensaio Erena Shimoda Underwater me chamou a atenção pelo fato de as mulheres fotografadas serem sobreviventes ao câncer de mama.
Uma iniciativa bem legal, idealizada por Erena Shimoda uma super fotografa.